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Odeio ser mãe

Escuto essa queixa diariamente nas consultas. A maternidade vendida a nós é cor de rosa, com laços e perfumes, com bebês gordinhos e bonzinhos, que não dão trabalho à mãe que, muito plena, dorme 8 horas por noite, sem maiores dificuldades em exercer seu novo papel. Na real, a maternidade exige e muito. E não é nada natural, não nasce à partir do momento que você pega seu filho em seus braços.

A maternidade é uma construção. Não nascemos mães e não temos um manual de como devemos ser, ainda mais nos dias atuais, em que estamos distantes das nossas ancestrais, sem o apoio da tenda vermelha, sozinhas na selva de pedra com um bebê que demanda 24 horas por dia! Constrói-se um amor no dia a dia, na troca de olhares, no sorriso de canto de boca, no choro da madrugada, no cansaço, nas emoções compartilhadas.

Eu sei que você se sente culpada por não ser a mãe do ano! Como já dizia o ditado, “nasce uma mãe, nasce uma culpa!”. Mas a culpa não nos impulsiona a caminhar, ela diminui a nossa visão e nos leva a desacreditar que estamos sendo mães imperfeitas e boas o suficiente. Somos humanas, erramos, nos arrependemos de não ter mais a liberdade de outrora, sentimos falta daquela cinturinha bem marcada e dos seios empinados! De ter tempo para ir ao banheiro e de poder se esticar no sofá sem ter hora para levantar! Esse é um lugar comum às mães e tudo bem em se sentir assim. A verdade é que ter saudade é normal e que aquela mulher de antes não cabe mais nessa mãe de agora. Não tem volta… você é mãe e para sempre seu coração vai bater pela vida do seu filho.

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Homeopatia para você

A homeopatia é um método terapêutico para você, porque busca enxergar as suas peculiaridades. Ao procurar um médico homeopata, você será questionado acerca de quem você é, suas reações e a sua história, como alguém que vive uma jornada única, somente sua.

É uma consulta onde há respeito, escuta ativa, entendimento e responsabilização quanto à sua saúde. Entender o processo de adoecimento, tomando consciência dos eventos biopatográficos e dos hábitos de vida, que fazem você ser quem você é.

Não há mágica nem misticismo, há evidência científica e abordagem humanizada. A minha formação, na PUC PR, foi muito voltada a atenção primária em Saúde, absorvendo cerca de 85% das demandas dos serviços de saúde, onde é possível mudar pessoas. Como? Fazíamos visitas domiciliares, conhecíamos a história pessoal de cada paciente, sabíamos o que tinha disponível para comer, o que era tido como crença, quais eram as atividades laborais, os vícios e a parentela. Enfim, quando você entra na “casa” de alguém, seja essa casa morada da família ou a sua morada interna, você encontra os labirintos que o compõem.

É aí que atuo e acho fantástico: junto com você, buscamos meios, através de mudanças e prescrições, de ter qualidade de vida, bem estar, nova consciência. Somos presos em conceitos e programados a sempre fazer o mesmo. Por que não mudar? Por que não procurar uma medicina dita como alternativa, mas que, na realidade, é aquela que te enxerga como único?

Não vou te convencer a nada. Vou segurar a sua mão e abrir seus olhos para novas possibilidades.

Bem vindo!

Homeopatia e vacina

Foto por Alena Shekhovtcova em Pexels.com

Aposto que você já ouvir falar que homeopata é contra vacina.

Conforme consta no site da AMHB, “a vacinação é importante para proteger o organismo de doenças que podem levar a morte. Além disso, a imunização não é somente um ato individual, mas sim coletivo e de saúde pública. Pois impede a propagação de doenças perigosas, contagiosas e mortais”.

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Depoimento

Depoimento sobre o uso da Homeopatia

Minha experiência com a homeopatia vem desde muito cedo. Quando criança, minha mãe me livrou de uma infecção severa na bexiga e até mesmo de uma adenoide – para a qual a indicação era somente cirúrgica – com tratamento homeopático. Com o tempo, acabei mesclando a homeopatia e a alopatia em minha vida, sem deixar de dar crédito para a primeira, afinal, seus resultados sempre foram comprovados em mim e em minha família. Mas a maternidade me fez revisitar a homeopatia com mais afinco. Mães sabem que qualquer medicamento que se dá ao filho gera certa preocupação. Quanto menos intoxicada a criança, melhor.

De certa forma, eu sabia disso, mas tive a oportunidade de ir mais a fundo recentemente. Meu filho de um ano teve uma dermatite atópica. A indicação era antialérgico, talvez corticoide. Me vi impossibilitada em aceitar dar corticoide para meu bebê. Eu definitivamente não queria isso. Procurei então a dra. Ana Beatriz Froes, porque sabia da abordagem dela em relação ao tratamento para crianças e famílias. E foi aí que entendi o quanto minha percepção fazia sentido, e descobri muito mais.

Somos sensações e sentimentos. E, quando desequilibrados, eles se exteriorizam por meio de doenças. Meu filho passava por saltos de desenvolvimento. Era o início dos primeiros passos, a vontade de se expressar, os desejos começando a se manifestar. Somado a isso, eu numa fase de extremo stress: excesso de trabalho, pandemia, falta de tempo, pra ele e pra mim. Resultado: “isso tudo é demais pra ele”. Foi o que ouvi da dra. Ana quando fomos à consulta. O excesso por dentro foi para fora, e se manifestou na pele. Bolinhas vermelhas e crostas se espalharam pelo corpo todo. A cena era assustadora. Eu já tinha iniciado o antialérgico há dois dias quando entramos com a homeopatia. Mesmo na alopatia, ainda não havia resultados visíveis. Parei então com o medicamento alopático e iniciamos o homeopático. Nos primeiros dias parece ter havido até mesmo uma piora. Foram pelo menos 3 dias assim. Desesperei. A dra. Ana me tranquilizou: “é assim mesmo, deixe a doença sair”. No quinto dia, porém, as manchas começaram a desaparecer e, em uma semana, não havia mais nada.
A melhor sensação disso tudo é saber que meu filho realmente se livrou da doença, e não a disfarçou.

A explicação é simples: lembra do que mencionei sobre nos intoxicarmos? Não se trata só da química medicamentosa. Trata-se da doença em si. Quando tratamos somente as manifestações de uma doença, mantemos seus fatores causadores do lado de dentro. A homeopatia não trata o sintoma, ela trata a doença. E onde está a diferença aqui? Se tratarmos apenas os sintomas, o desequilíbrio da energia vital, que causa a doença, segue dentro de nós. Assim, os sintomas que desaparecem temporariamente podem voltar a qualquer momento, pois sua força motora segue a todo vapor no organismo. Agora, quando promovemos o equilíbrio da energia vital, é a doença que vai embora, e não seus sintomas.
Para mim foi fundamental entender essa diferença. Foi isso que me permitiu compreender a essência da homeopatia. E comprovar sua eficácia – literalmente, na pele do meu filho.

Obrigada, dra. Ana Beatriz, por nos proporcionar uma abordagem tão completa e um cuidado tão especial!

#homeopatiasim #homeopatiamaringa

Conexão

Foto: Jonathan Borba em Unsplash

Já falei sobre conexão com vocês, mas quero retomar e ir mais a fundo. 

Ao nos conectarmos, despimos de nossas defesas e nos abrimos para novas intenções; essa abertura permite a troca com o outro (pessoa/ objeto/ ambiente), trazendo e levando infinitas possibilidades de cura e crescimento. 

E cito muito, em meu trabalho, a importância da conexão consigo mesmo, para auto organização e cuidado, sendo esta uma das mais importantes ações do medicamento homeopático. Acrescento a conexão familiar, essa rede tão intensa de trocas, reafirmando padrões ou decidindo por novos caminhos. A mãe e o filho, fusionados em suas emoções, um dizendo ao outro sobre o profundo sentir e possibilitando o ser além. 

Refletindo sobre nós, humanos, me vem muito a natureza, afinal, somos natureza! E como é indispensável o contato para que não tenhamos o vazio de não pertencer. Como parte do todo, você entende o seu lugar e preenche-se com o universo disponível para você, trazendo a infinitude para si. 

 Ao usar os elementos disponíveis, a terapêutica homeopática alia a potencialidade destes com o carregar da água, a sua memória e a sua ação intensa no organismo. É intenso, porém, é leve e traz muito bem estar.

Como você tem sido natureza?